terça-feira, 27 de setembro de 2011

Na Alemanha, Bento XVI compara nazismo e comunismo à chuva ácida

Agencia EFE

24/09/2011 05h42 - Atualizado em 24/09/2011 06h42
Na Alemanha, Bento XVI compara nazismo e comunismo à chuva ácida
Papa disse que se deve agradecer a Deus por mudanças no país.
Alemanha tem 24,6 milhões de católicos.




O Papa Bento XVI oficiou neste sábado (24) uma missa em Erfurt, cidade da antiga Alemanha comunista (RDA), onde disse que o nazismo e o comunismo tiveram para o cristianismo o mesmo efeito que a chuva ácida, e que suas consequências, sobretudo no plano intelectual e religioso, ainda são percebidas.

Diante de aproximadamente 30 mil fiéis em uma praça desta cidade do estado de Turíngia - um dos menos religiosos do país -, o papa disse que os alemães devem agradecer a Deus pelas mudanças registradas no país há 30 anos. Leia mais...

sábado, 24 de setembro de 2011

Oremos pelo nosso Pontifice Bento XVI

Fonte




℣.Oremus pro Pontifice nostro Benedicto.
℟. Dominus conservet eum, et vivificet eum, et beatum faciat eum in terra, et non tradat eum in animam inimicorum eius.

℣. Tu es Petrus,
℟. Et super hanc petram aedificabo Ecclesiam meam.

Oremus. Deus, omnium fidelium pastor et rector, famulum tuum Benedictum, quem pastorem Ecclesiae tuae praeesse voluisti, propitius respice: da ei, quaesumus, verbo et exemplo, quibus praeest, proficere: ut ad vitam, una cum grege sibi credito, perveniat sempiternam. Per Christum, Dominum nostrum. Amen.

℣. Oremos pelo nosso Pontífice Bento
℟.O Senhor o guarde e o fortaleça, lhe dê a felicidade nesta terra e não o abandone á perversidade dos seus inimigos.

℣. Tu és Pedro!
℟. E sobre esta pedra edificarei a minha Igreja!

Oremos. Ó Deus Pastor e guia dos vossos fiéis, olhai com bondade o vosso servo, o Papa Bento, que constituístes Pastor da vossa Igreja; dai-lhe, por sua palavra e exemplo, velar sobre o rebanho que lhe foi confiado para chegar com ele à vida eterna. Por Cristo nosso Senhor. Amém

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Vaticano: Programa de Bento XVI na Alemanha

FONTE: http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?id=86636





Terceira visita do Papa ao seu país natal inclui encontros com a comunidade judaica e muçulmana



D.R. | Cartaz oficial da visita de Bento XVI à Alemanha

Cidade do Vaticano, 20 jul 2011 (Ecclesia) – A sala de imprensa da Santa Sé divulgou hoje o programa da visita de Bento XVI à Alemanha, a decorrer entre 22 a 25 de setembro, que inclui encontros com a comunidade judaica e muçulmana.

A terceira viagem do Papa à sua terra natal, após as de 2005 (Jornada Mundial da Juventude) e 2006 (visita à Baviera, região onde nasceu), conta com passagens por Berlim, Erfurt, Etzelsbach e Friburgo, tendo como lema ‘Onde há Deus, há futuro’.

Esta vai ser a primeira viagem com estatuto de visita de Estado, pelo que os primeiros momentos da agenda de Bento XVI em solo germânico são dedicados a encontros com responsáveis políticos.

A chegada a Berlim, no dia 22, quinta-feira, está prevista para as 10h30 locais (menos uma em Lisboa) e a cerimónia de boas vindas, com o primeiro discurso papal, acontece no castelo de Bellevue, às 11h15, seguida de uma visita de cortesia ao presidente alemão.

Às 12h50 tem lugar um encontro com a chanceler Angela Merkel, na sede da conferência episcopal alemã, antes de uma visita ao Parlamento federal, onde o Papa vai proferir outro discurso.

Ainda dentro do ‘Nundestag” de Berlim, Bento XVI recebe representantes da comunidade judaica – em 2005, na visita a Colónia, o Papa visitara a sinagoga local.

O primeiro dia da visita papal conclui-se com uma missa, às 18h30, no Estádio Olímpico.

Antes de voar até Erfurt, no dia 23, Bento XVI vai encontrar-se ainda em Berlim com representantes da comunidade muçulmana na Nunciatura Apostólica [embaixada da Santa Sé].

Em Erfurt, 237 quilómetros a sul de Berlim, no centro da Alemanha, o Papa começa por visitar a catedral católica, reunindo, pelas 11h45, com representantes do Conselho da Igreja Evangélica Alemã no convento dos Agostinhos, ordem religiosa à qual pertencia Martinho Lutero (1483-1546).

Nessa mesma igreja tem lugar uma celebração ecuménica, com discurso de Bento XVI, que seguirá às 16h45 para Etzelsbach, num voo de 45 minutos, em helicóptero, apenas para presidir à celebração de vésperas na Wallfahrtskapelle, um local de peregrinação dedicada à Virgem Maria, e regressar, de seguida, a Erfurt.

O sábado, dia 24, inicia-se com a missa no Domplatz de Erfurt, às 09h00, partindo o Papa para Fribrugo, noutro voo, de uma hora e 380 quilómetros.

Bento XVI visita a catedral católica pelas 14h00 e um quarto de hora depois saúda os cidadãos, na Münsterplaz di Freiburg.

O programa inclui um encontro com o antigo chanceler Helmut Kohl, no seminário desta cidade, antes da reunião entre o Papa e representantes das Igrejas Ortodoxas na Alemanha.

Neste local, Bento XVI vai ainda encontrar-se com seminaristas e com o Conselho do Comité Central dos Católicos Alemães (ZDK).

Às 19h00, na Feira de Friburgo, o Papa preside a uma vigília de oração com os jovens.

O dia final da visita, 25 de setembro, começa com uma missa no aeroporto turístico de Friburgo, pelas 10h00, a que se segue um almoço com os membros da Conferência Episcopal Alemã e, às 16h20, um encontro com os magistrados do Tribunal Constitucional Federal.

O último encontro da visita papal é dedicado por Bento XVI aos “católicos comprometidos na Igreja e na sociedade”.

A chegada a Roma está prevista para as 20h45 desse domingo, após seis voos, 12 discursos, três homilias, duas saudações e mais de 2750 quilómetros percorridos em 84 horas e meia.

sábado, 20 de agosto de 2011

Bento XVI: Compreender a Deficiência




VIAGEM APOSTÓLICA A MADRID
POR OCASIÃO DA XXVI JORNADA MUNDIAL DA JUVENTUDE
18-21 DE AGOSTO DE 2011

VISITA À FUNDAÇÃO INSTITUTO SÃO JOSÉ

SAUDAÇÃO DO PAPA BENTO XVI

Madrid, Sábado 20 de Agosto de 2011



Senhor Cardeal Arcebispo de Madrid,
Queridos Irmãos no Episcopado,
Queridos sacerdotes e religiosos
da Ordem Hospitaleira de São João de Deus,
Distintas Autoridades,
Queridos jovens, familiares e
voluntários aqui presentes!

De coração vos agradeço a amável saudação e o cordial acolhimento que me dispensastes.

Nesta noite, antes da Vigília de oração com os jovens de todo o mundo que vieram a Madrid para participar nesta Jornada Mundial d Juventude, temos a ocasião de passar alguns momentos juntos e poder-vos assim manifestar a solidariedade e o apreço do Papa por cada um de vós, pelas vossas famílias e por todas as pessoa que vos acompanham e cuidam nesta Fundação do Instituto São José.

A juventude, como recordei outras vezes, é a idade em que a vida se revela à pessoa em toda a riqueza e plenitude das suas potencialidades, incitando à busca de metas mais altas que dêem sentido à mesma. Por isso, quando o sofrimento assoma ao horizonte duma vida jovem, ficamos desconcertados e talvez nos interroguemos: Poderá a vida continuar a ser grande, quando irrompe nela o sofrimento? A este respeito, escrevi na minha encíclica sobre a esperança cristã: «A grandeza da humanidade determina-se essencialmente na relação com o sofrimento e com quem sofre. (…) Uma sociedade que não consegue aceitar os que sofrem e não é capaz de contribuir, mediante a compaixão, para fazer com que o sofrimento seja compartilhado e assumido mesmo interiormente é uma sociedade cruel e desumana» (Spe salvi, 38). Estas palavras reflectem uma larga tradição de humanidade que brota da oferta que Cristo faz de Si mesmo na Cruz por nós e pela nossa redenção. Jesus e, seguindo os seus passos, a sua Mãe Dolorosa e os santos são as testemunhas que nos ensinam a viver o drama do sofrimento para o nosso bem e a salvação do mundo.

Estas testemunhas falam-nos, antes de mais nada, da dignidade de cada vida humana, criada à imagem de Deus. Nenhuma aflição é capaz de apagar esta efígie divina gravada no mais fundo do homem. E não só: desde que o Filho de Deus quis abraçar livremente a dor e a morte, a imagem de Deus é-nos oferecida também no rosto de quem padece. Esta predilecção especial do Senhor por quem sofre leva-nos a contemplar o outro com olhos puros, para lhe dar, além das coisas exteriores que precisa, aquele olhar de amor que necessita. Mas isso, só é possível realizá-lo como fruto de um encontro pessoal com Cristo. Bem conscientes disto sois vós, religiosos, familiares, profissionais da saúde e voluntários que viveis e trabalhais diariamente com estes jovens. A vossa vida e dedicação proclamam a grandeza a que é chamado o homem: compadecer-se e acompanhar quem sofre, como o fez o próprio Deus. E, no vosso maravilhoso trabalho, ressoam também estas palavras evangélicas: «Sempre que fizestes isto a um destes meus irmãos mais pequeninos, a Mim mesmo o fizestes» (Mt 25, 40).

Por outro lado, vós sois também testemunhas do bem imenso que constitui a vida destes jovens para quem está ao seu lado e para a humanidade inteira. De maneira misteriosa mas muito real, a sua presença suscita em nossos corações, frequentemente endurecidos, uma ternura que nos abre à salvação. Sem dúvida, a vida destes jovens muda o coração dos homens e, por isso, damos graças ao Senhor por tê-los conhecido.




Queridos amigos, a nossa sociedade – onde demasiadas vezes se põe em dúvida a dignidade inestimável da vida, de cada vida – precisa de vós: vós contribuís decididamente para edificar a civilização do amor. Mais ainda, sois protagonistas desta civilização. E, como filhos da Igreja, ofereceis ao Senhor as vossas vidas, com as suas penas e as suas alegrias, colaborando com Ele e entrando, de algum modo, «a fazer parte do tesouro de compaixão de que o género humano necessita» (Spe salvi, 40).

Com íntimo afecto e por intercessão de São José, de São João de Deus e de São Bento Menni, confio-vos de todo o coração a Deus nosso Senhor: Seja Ele a vossa força e o vosso prémio. Como sinal do seu amor, concedo-vos, a vós e a todos os vossos familiares e amigos, a Bênção Apostólica. Muito obrigado.



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quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Visão: Horizontal ou superficial?





Devemos livrar-nos do habito de considerar as coisas horizontalmente e superficialmente, como se todas tivessem o mesmo valor e importância. Este é um ponto de vista materialista, uma concepção niveladora que apaga toda a elevação e profundidade. Devemos acostumar-nos, doutra doutro modo, a ver as coisas de cima para baixo verticalmente, por assim dizer, ou na sua profundidade.
Acima de tudo está Deus, espírito puro, imutável, eterno e imenso, conservando e dando a vida a todas as coisas. Depois vem a Humanidade do nosso Salvador, o canal pelo qual nos é transmitida toda a graça e, que está presente em todos os Sacrários do mundo. Ainda mais abaixo, está a Nossa Senhora, a medianeira e co-redentora; e, depois dela os santos; depois vem o pastor supremo da Igreja e, os Bispos. Depois deles vêm os fieis que estão em estado de graça e também aqueles Cristãos que, apesar de não estarem no estado de graça, no entanto como Católicos, guardam a Fé como revelada por Deus. E, por último estão aquelas almas que estão à procura da verdade e aquelas, também, que, ainda vagueiam no erro, as quais no entanto em certos momentos recebem de Deus Nosso Senhor, graças de iluminação e inspiração.
Esta maneira de olhar as coisas como se fosse perpendicularmente ou, se quiserem, na sua altura e profundidade em vez de superficialmente, é precisamente aquela contemplação que procede da Fé iluminada pelos dãos do entendimento e da sabedoria.

A providencia
, Réginald Marie Garrigou-Lagrange, O.P.

domingo, 24 de julho de 2011

Preferir a Ciência a tudo o resto!





Naqueles dias, o Senhor apareceu em sonhos a Salomão durante a noite e disse-lhe: «Pede o que quiseres». Salomão respondeu: «Senhor, meu Deus, Vós fizestes reinar o vosso servo em lugar do meu pai David e eu sou muito novo e não sei como proceder. Este vosso servo está no meio do povo escolhido, um povo imenso, inumerável, que não se pode contar nem calcular. Dai, portanto, ao vosso servo um coração inteligente, para governar o vosso povo, para saber distinguir o bem do mal; pois, quem poderia governar este vosso povo tão numeroso?». Agradou ao Senhor esta súplica de Salomão e disse-lhe: «Porque foi este o teu pedido, e já que não pediste longa vida, nem riqueza, nem a morte dos teus inimigos, mas sabedoria para praticar a justiça, vou satisfazer o teu desejo. Dou-te um coração sábio e esclarecido, como nunca houve antes de ti nem haverá depois de ti». (1 Reis 3, 5.7-12)

Existe uma ordem de nobreza nas coisas. As inertes são menos nobres do que as vivas. As criaturas irracionais (ainda que devem ser escrupulosamente respeitadas) são, menos nobres do que as racionais! Assim, desta mesma maneira é para os bens: os materiais, são importantes sem dúvida mas, não se compara aos intelectuais e, estes muito menos aos da alma à Virtude à Graça Santificante e aos dons do Espírito Santo!
Sobre todos os bens que podem ser possuídos está o Bem Supremo, Deus que sacia totalmente os nossos desejos.
A este respeito diz Garrigou-Lagrange:

Por isso a bem-aventurança ou verdadeira felicidade, que
o homem já deseja natural mente não pode encontrar-se em
nenhum bem limitado ou restrito, mas unicamente em Deus(...)

Com efeito, e impossivel que 0 homem encontre a verdadeira
felicidade, que deseja naturalmente, em qualquer
bem limitado, porque a sua inteligência, verificando imediatamente
a limite, concebe um bem superior e, naturalmente,
esse bem e desejado pela vontade.
(O Homem e a Eternidade)


Desta maneira, podemos apreciar melhor quanto Salomão estava certo quando pediu um "coração inteligente", num certo sentido pediu para estar mais em consonância com aquilo que ele é razão. Também em maior sintonia com Deus, porque um coração inteligente funda-se no amor que nos vem da participação no Amor que é Deus!

Do que se disse, vê-se à saciedade que é sumamente estulto procurar riquezas ou honras ou fama quando o bem que devemos procurar é Deus. Único bem que pode terminar a nossa busca de bens.

Também São Tomás insigne escritor ouviu de Jesus na oração uma pergunta à qual respondeu da mesma maneira:

Bene scripsisti de me, Thoma: quam mercedem addipies? Non aliam, nisi te Domine.
Escreveste bem de mim Tomás: que queres que te dê? Nada senão a Vos ò Senhor.

Urge portanto fazer um esforço, quer intelectual quer de vontade, para reorientarmos as nossas prioridades: antes de tudo está Deus e a Esperança (que é uma virtude teologal) de O possuir. Ou seja
Procurai primeiro o Reino de Deus e a sua justiça, e tudo o mais se vos dará por acréscimo. Mt 6, 33


Também a Virgem Maria é chamada a Sede de Sabedoria, que ela nos alcance esse excelente bem que deveriamos todos querer!

quarta-feira, 20 de julho de 2011

O Saldo do comunismo: Cem milhões de mortos!








Fala-se muito das mortes causadas pela(s) religiões, em especial na Idade Média. Neste período, as Inquisições tanto a Católica como a Protestante supostamente mataram milhões de inocentes.

Mas, do que ninguém fala é do fenómeno equivalente no século XX que matou de uma forma hedionda um numero muitíssimo maior de pessoas.

Comecemos pelo princípio: as estimativas de população mundial que podem ser encontradas aqui no Department of Economics, U.C. Berkeley podem ser resumidas no gráfico seguinte:

´

Note-se que a população mundial era 265 milhões por volta do ano 1000, 425 milhões por volta do ano 1500, 720 milhões por volta de 1750. Estamos a falar de estimativas para a população mundial, não para a população da Europa onde propriamente se desenrolou a Inquisição. Podem encontrar-se estimativas da população europeia na Idade Media aqui nas páginas dum projecto interessantíssimo chamado Medieval Sourcebook.

Se agora, combinarmos isto com o excelente artigo de R.J. Rummel da Universidade do Havai, que está aqui e lermos que o comunismo no século XX matou 100 000 000 isto é cem milhões de pessoas, vemos o absurdo que é comparar as duas coisas!

O comunismo matou o equivalente a 37,7% da população mundial no ano 1000, 23,5% da do ano 1500 e, 13,9% da população do ano 1750!

Se usarmos as tabelas para a população europeia acima mencionadas, vemos que o total da população europeia (incluindo a Europa de Leste) era uns magros 73.5 milhões no ano 1340 e, 50 milhões no ano 1450! Logo, nem que os Inquisidores matassem a população europeia total não chegariam a cifra horrenda de 100 000 000 que nos é dada acima para as mortes causadas pelo comunismo!

Claramente não faz sentido comparar as duas coisas!

Mas mesmo que nos limitemos a comparar o comunismo com as outras forma de governo no sec. XX vemos do gráfico seguinte que este é muito mais pernicioso e assassino:



Mas o Autor responde à pergunta de porque é que o comunismo é tão mortífero, diz o seguinte:

Mas os comunista não podiam estar enganados. [ironia do autor] Afinal de contas, o seu conhecimento era científico, baseado no materialismo histórico, uma compreensão do processo dialéctico na natureza e na sociedade humana, e numa visão da natureza materialista (e por tanto exacta). Marx mostrou empiricamente onde a sociedade esteve e porquê, e ele e os seus interpretes provaram que esta estava destinada para um fim comunista. Ninguém pediria impedir isto, mas somente obstruir e atrasar-lo a custo de mais miséria humana. Aqueles que discordaram com esta visão do mundo e, mesmo com algumas das interpretações próprias de Marx e Lenine estavam sem sobra de dúvida, errados. Afinal de contas não disseram o Marx o Lenine o Estaline ou o Mao que... Por outras palavras o comunismo era como uma religião fanática. Tinha o seu texto revelado e principais interpretes. Tinha os seus sacerdotes e a sua prosa ritual com todas as respostas. Tinha os seu paraíso e o comportamento certo para lá chegar. Tinha o seu apelo de crença. Tinha também as suas cruzadas contra os não crentes.


Isto diz o autor do artigo, eu acrescento: Não tinha também algo muito importante, Deus! Naão tina a Suma Bondade que negava fanaticamente, não tinha a Suma Felicidade porque a buscava na humanidade e, não tinha a Suma Verdade porque julgava (herança iluminista e positivista), que a verdade é material e assim encontro a corruptibilidade a mutabilidade e a imperfeição própria das coisas materiais!

Não tinha Aquele que disse: Eu Sou o Caminho a Verdade e a Vida! Não tinha porque não poida ter o: Amai-vos uns aos outros como Eu vos amei! Assim, fez o que lhe é próprio matou cem milhões!...